Maio 2009


Brother,  se tem uma coisa que me deixa muito puta é essa porra de mulekada que põe a merda do carro na minha porta com um lixo de funk sujo no volume do capeta.

Fico puta.

Porra, foi o que acabou de acontecer. Como sou educadíssima, enfiei as duas caixas de som na janela que dá pra rua e enfiei o meu CD do Slipknot na orelha dos desgradaçados…

Me sinto bem melhor, acho que até o bar da esquina tá ouvindo o sonzinho agora :D

Já que eu tenho que educar, faço como os vagabundos dos pais desses porras não fizeram…

slipknot

 

desculpem o palavreado, mas essas horas eu preciso descarregar minha tensão, no matter what…

Sábado à noite, bebam pra valer!

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Hoje o coração explode!

Em tempo:  O brother (que é bambi ¬¬) tava todo pimpão ontem à noite cantarolando uma cantiga da torcidinha dele… Não me lembro da versão dele, mas a minha ficou:

“lelele…lelele…Torcida piriguete dá a bunda pra Nação”  gostei*

Se esqueceram rápido demais:

klebao

 

as imagens disseram tudo hj…

A vida não para de falar de amor, por mais que simplesmente se queira mudar o foco.

Essa foi a minha conclusão, considerando os mais recentes acontecimentos.

Eis que, em uma agradável hora de almoço a questão surgiu em minha mente, um pouco sem razão específica, apenas fruto de pensamentos rotineiros, às vezes adormecidos, às vezes bem despertos. Então eu questionei: É possível amar algúem, por uma vida inteira e apenas no final dela poder desfrutar desse sentimento. Como é possível passar por toda a existência agindo de uma forma e pensando de outra?

Ultimamente, talvez por coincidência ou por destino (a diferença entre ambos, é confundível), isso tem passado demais pela minha vida, exemplos, histórias, papo furado de pessoas que quando já estavam entregando os pontos, passando a vez, conseguiram alcançar aquilo que lhes alimentou a esperança (ou o desespero) por toda a vida.

Pessoas, que tiveram os seus amores cruzados, que sofreram rasteiras da vida e por fim se conformaram de que o que aconteceu, o foi como deveria ser; mas lá no íntimo, na calada da noite, nos breves segundos antes de se deitar ou bem cedinho, no abrir dos olhos, lembravam-se com todo o carinho possível daquela pessoa, aquela que era a escolhida, que cada vez mais se parecia com o Norte, o guia a seguir na nossa jornada.

E eu ganhei, como resposta à minha dúvida um sonoro SIM, seguido de um discurso irrefutável de que isto acontece, é possível e comum.

Não que eu duvidasse disso, na verdade acredito mais do que qualquer um, porém, me agoniza pensar na materialidade disso, de viver a vida assim, desejando o que eu não tenho e pior, possa nunca ter, por que a garantia da felicidade do reencontro infelizmente não é matemática, não é uma certeza absoluta de que um dia, aquilo que te faz feliz possa realmente ser seu, como você tanto deseja.

Às vezes eu penso tanto sobre isso que me soa razoável e absoluto que tudo é apenas uma questão de tempo e de real querer. Todo mundo que já amou de verdade na vida, sabe que o amor é entrega absoluta, entrega até mesmo (e principalmente) ao tempo, a esperança de que aquilo que sentimos não é uma enganação, aquilo dentro de você é real.

Na continuação, a frase foi: “O amor é terra de ninguém, ali ningúem pisa, não se sabe como funciona”, não há que se saber NUNCA o que poderá acontecer com duas pessoas, com os sentimentos e com as vontades de cada um em estar junto. A vontade de dividir pode (e deve) ser tão grande, que não há barreiras pra isso se realizar, muito menos a fraca barreira do tempo.

Tudo isso soa como um pensamento utopico demais para mim, na verdade, esperançoso demais, porque eu ainda não tive a prova material disso, quem já teve, com certeza concorda com tudo isso e vai além, como a pessoa que me deu essa resposta.

Por isso eu prefiro ficar mesmo na berlinda e pensar que aprenderei como todo o resto da humanidade, vivendo. Porém, lá no fundo do peito não posso deixar de considerar o tamanho da dor de uma vida vivida assim,  a se esperar.

Quando sabemos que é chegado o tempo de desistir?

I’m having a daydream, we’re getting somewhere
I’m kissing your lips and running fingers through your hair
I’m as nervous as you ’bout making it right
Though we know we were wrong, we can’ t give up the fight

…mas quem entende?

Kamari – Santorini – Grécia

kamari

 

E num lugar desses, eu lá ia precisar entender alguma coisa???

Ahh o mediterrâneo…

Uma Linda História:

Em 1986, Peter Davies estava de férias no Kenia depois de se graduar na Northwestern University. Em Uma caminhada ele cruzou com um jovem elefante que estava com uma pata levantada.

O elefante parecia muito estressado, então Peter se aproximou muito cuidadosamente. Ele ficou de joelhos, examinou a pata do elefante e encontrou um grande pedaço de madeira enfiado. O mais cuidadosa e gentilmente possível Peter removeu com a sua faca o pedaço de madeira e o elefante cuidadosamente colocou sua pata no chão.

O elefante virou para encarar o homem com grande curiosidade no seu rosto e o encarou por tensos e longos momentos. Peter ficou congelado pensando que seria pisoteado.

Depois de um certo tempo o elefante fez um barulho bem alto com sua tromba, virou e foi embora.

Peter nunca esqueceu o elefante e tudo o que aconteceu naquele dia.

20 anos depois, Peter estava passando pelo Zoológico de Chicago com seu filho adolescente. Quando eles se aproximaram da jaula do elefante, uma das criaturas se virou e caminhou para um local próximo onde Peter e seu filho Cameron estavam..

O grande elefante encarou Peter e levantou sua pata do chão e a baixou, ele repetiu varias vezes emitindo sons altos enquanto encarava o homem.

Relembrando do encontro em 1986 Peter ficou pensando se aquele era o mesmo elefante. Peter reuniu toda sua coragem, escalou a grade e entrou na jaula.
Ele andou diretamente ate o elefante e o encarou.

O elefante emitiu outro som alto, enrolou sua tromba na perna de Peter e o jogou contra a parede matando-o.

Provavelmente não era a mesma merda de elefante.

Esse post é dedicado a todos os que mandam aquelas porcarias de histórias melosas e cheias de viadagens.

Chupinhei do Uhull

Pra comerçar, estou bêbada, bem bêbada, ou seja, amanhã provavelmente eu vou lembrar q escrevi e apagar, ou nao…

Deixe me ver… tem uma garrafa de vinho na minha frente, metade  cheia ou metade vazia?

Tá rolando Doors no som, Soul Kitchen exatamente…

E eu estou com a minha cabeça totalmente no passado, há um ano atrás, quando exatamente, como Shakespeare escreveu eu “troquei o que tinha, por aquilo que eu desejava ter”…

As vezes eu me arrependo, as vezes nao… A maioria das vezes soh fico  desejando tirar isso da cabeça, mas é tao absurdamente difiicil, na verdd eh quase impossivel.

E tambem, será que eu quero esquecer? Nao, na verdd eu queria ter de volta aquilo que era tão magico na minha vida, era tao facil ser feliz a 1 ano atras, aconteceu tudo como deveria e eu vivi os melhores dias ever…

E entao, tudo aconteceu de um jeito confuso que até hoje eu tento me lembrar da sequencia e dos porquês…

Quer saber? Ainda acho imbecil ficar pensando nessa porcaria de “as coisas são como devem ser”

As coisas deveriam ser como gostariamos que fossem isso sim, deveriam nos deixar felizes e realizados sempre, acho que já chega o monte de lixo que foge do nosso controle,  acho que pelo menos o nosso coração deveria ser nosso…

Acho absurdo coisas perfeitas simplesmente de desvirtuarem..

Eu costumava ser bem positiva e esperançosa, mas depois de conhecer VOCÊ e de tudo que vivi, acho que esperança é palavra fora da jogada.

Porque continuar a tê-la, me deixa mais fraca e não  mais forte… Juro, tem muito álcool no meu sangue e não tenho certeza se vai sair um “postar” daqui…

Limitei-me a cuspir no teclado o que hoje me corrói…

Ausência, desesperança… A fé na positividade se esvaiu, o mundo gira apenas pra fazer surgir um novo dia nublado, sem você a acordar ao meu lado.

Por mais que eu consiga te alienar de mim às vezes, quando você volta, me derruba. E os significados se confudem e os meus desejos voltam aos de um ano atrás…

How I wish you were here….

Eu sou sua garota perdida, que você abandonou, na terra do nunca…sem fadas, nem nada….

Eu poderia escrever hoje sobre dezenas de coisas, mas tanto umas como outras, não acredito que seriam muito positivas.

O que é fato, na verdade, é a forma inconstante de tudo que acontece e nos deixa presos nesse limbo de decisões; o que fazer ou o que deixar de fazer.

Só por isso, resolvi colar um texto que resume com o que, devo me preocupar e ponto.

In life, there are only two things to worry about,
either you are well, or you are sick.

If you are well, there is nothing to worry about,
but if you are sick, you have two things to worry about;
either you will live, or you will die.

If you live, there is nothing to worry about,
if you die, you have two things to worry about;
either you will go to heaven or to hell.

If you go to heaven, there is nothing to worry about,
but if you go to hell,
you’ll be so busy shaking hands with your friends,
you won’t have time to worry!

 

disse..